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Brasil Mais faz diferença para indústrias do setor moveleiro

Cequipel é exemplo de empresa do setor que já passou pelo programa

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por Rafaella Sabatowitch

A aplicação de verniz no tampo de carteiras escolares era uma operação gargalo na linha de produção de uma indústria de móveis escolares e de escritório. Eliminando atividades que não agregavam valor ao produto dentro dessa operação, foi possível aumentar 22% da produtividade e reduzir 27,8% dos custos do setor. 

Para chegar nesse resultado, a Cequipel foi uma das mais de 60 indústrias que participaram do programa Brasil Mais no Paraná.  Promovido pelo Governo Federal, em conjunto com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), auxilia as empresas paranaenses a aumentarem sua produtividade por meio de mentoria do Senai.  

Descubra como foi o ganho de produtividade da Cequipel:

A indústria brasileira reconhecidamente possui índices de produtividade que podem ser melhorados. Permitir a melhoria de pelo menos 20% no processo-alvo desse atendimento é o objetivo do programa.

Felipe Couto

gerente de Consultorias de Inovação e Produtividade do Sistema Fiep 

As inscrições para o Brasil Mais estão abertas durante todo o ano, mas o ideal é fazê-la o quanto antes para o agendamento do atendimento. Entre os principais diferenciais do Brasil Mais está o valor acessível: governo federal e Senai subsidiam 80% do valor da consultoria de 64 horas e a empresa arca apenas com 20%, equivalente a R$ 2.400. Em 2021, há ainda mais vantagem para as indústrias associadas aos sindicatos filiados ao Sistema Fiep, que contam com maior subsídio, reduzindo o investimento a R$ 950. 

Serviço:  

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Como foi para a Swedish Match participar do Brasil Mais

Além do ganho de 30% na produtividade, o destaque é para o aprendizado ficar dentro da empresa

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Principais vantagens  

O valor de mercado de uma consultoria de produção enxuta de 64 horas é de R$ 12 mil. Por meio do Brasil Mais, governo federal e Senai subsidiam 80% do valor e a empresa arca apenas com 20%, o equivalente a R$ 2.400. Em 2021, há ainda mais vantagens para as indústrias associadas aos sindicatos filiados ao Sistema Fiep, que contam com maior subsídio, reduzindo o investimento a apenas R$ 950.  

Serviço:  

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No bairro da indústria, para a indústria

Conhecida pela formação de profissionais para o setor e serviços de segurança e saúde, a unidade da CIC está em constante atualização e é também referência em inovação

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por Ana Clara Tonocchi

A boa formação, o conhecimento, o aprendizado constante, o atendimento qualificado e a busca permanente por inovação são fatores determinantes para a melhoria constante da qualidade de vida da população. E é isso que a unidade do Sesi e Senai faz na CIC, criando melhores condições para milhares de pessoas.

Rafael Greca

prefeito de Curitiba

O maior bairro de da capital paranaense em área geográfica é também o mais populoso. A Cidade Industrial de Curitiba foi criada em 1973, com o objetivo de centralizar as indústrias do município. Apenas três anos depois, em 1976, foi inaugurada a unidade do Sistema Fiep para capacitar os profissionais que atuariam nessas indústrias. 

O governador do Paraná, Ratinho Júnior, também ressalta a importância da unidade para a região. “Se o Paraná tem conquistado bons resultados no desenvolvimento industrial, mesmo durante a pandemia, muito se deve ao trabalho de excelência da instituição na formação e encaminhamento de mão de obra capacitada para atuar nas empresas paranaenses”, afirma. 

Tania Mara Rinaldi, gerente da unidade, reforça que o objetivo sempre foi proporcionar o que as indústrias precisam, se adequando às novas demandas. “Procuramos desenvolver projetos que trazem benefícios às indústrias, por meio do desenvolvimento de tecnologia e a interface entre as empresas e as áreas de conhecimento”, conta. “Somos um dos principais formadores de trabalhadores para as indústrias”, aponta a gerente. “O Sistema Fiep é referência para as indústrias da região e conta com expertise consolidada nas áreas em que atua, sendo um parceiro essencial em diversos trabalhos que realizamos, como consultorias e programas desenvolvidos em conjunto, especialmente com foco em educação, visando a formação de profissionais qualificados para o setor industrial”, afirma Paula Pessoa, gerente de Recursos Humanos da Bosch em Curitiba. 

Em seus mais de 53 mil metros quadrados, a unidade ainda consegue atender indústrias de forma personalizada, fornecendo espaços que funcionam como verdadeiras continuações das empresas, como Renault, Electrolux e Eletrofrio. 

Celso Luiz Gusso, presidente da Associação das Empresa da Cidade Industrial de Curitiba (AECIC), conta que estão em constante diálogo com representantes do Sistema Fiep para levar a demanda das indústrias e fazer uma força-tarefa para promover a profissionalização dos jovens e a melhoria da região. “Uma das relações mais importantes entre a AECIC e o Sistema Fiep é referente ao ensino técnico. As empresas já estão preparadas e equipadas, mas o material humano ainda é um dos principais fatores de sucesso de uma indústria e, por isso, precisamos de colaboradores qualificados”, afirma.  

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Sesi tem novidades em Segurança e Saúde

A atualização vem por meio da inovação tecnológica que permitirá gestão da informação estratégica, prevenção e ainda ampliação do atendimento

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por Ana Clara Tonocchi

Conhecer, de forma rápida e confiável, índices de absenteísmo, as principais causas de atestados médicos, mudanças nas Normas Regulamentadoras (NRs), é determinante para o aumento da produtividade e, consequentemente, da competitividade industrial.   

Com informações de qualidade em mãos, obtidas por meio daquela que objetiva ser a maior base de dados de do setor industrial brasileiro, as indústrias terão condições de planejar ações a curto, médio e longo prazo, podendo contratar os serviços do Sesi no Paraná para apoiá-las a resolver o que é necessário.

José Antonio Fares

superintendente do Sesi e IEL no Paraná e diretor regional do Senai  

O acesso a essas e outras informações será possível por meio da plataforma Sesi e Segurança para que, cada vez mais, o setor produtivo apoie o colaborador e familiares na busca por qualidade de vida de forma a reduzir custos e riscos de acidentes e doenças do trabalho.  Disponível gratuitamente a partir do segundo semestre, plataforma vai ajudar os gestores industriais na tomada de decisões.   

A prevenção é a alma do negócio  

Para somar à plataforma Sesi Saúde e Segurança, também estará disponível o Circuito Sesi Saúde, programa que incentivará e promoverá ações de prevenção e cuidados com a saúde.  

“Temos um calendário temático e mensal com a oferta de exames, vacinas, lives e informações para que os trabalhadores e seus dependentes cheguem ao final do ano com a saúde em dia. Queremos fornecer subsídios para que as indústrias sejam centros de irradiação de prevenção. Ou seja, que a preocupação não seja somente com a saúde laboral, mas também com a saúde do colaborador e sua família de forma geral. Assim, protegemos a saúde do trabalhador de forma antecipada evitando o absenteísmo”, explica Rosângela Isolde Fricke, gerente de Segurança e Saúde para a Indústria do Sistema Fiep.

Outro ponto que marcará essa renovação no atendimento do Sesi às indústrias é a mudança no modelo de contratação de fornecedores. O objetivo é levar mais qualidade e capilaridade à prestação dos serviços por meio do credenciamento de clínicas e profissionais que devem atender a editais rigorosos de seleção.  

A Região Noroeste foi a primeira a adotar o novo modelo. Maringá e Paranavaí já estão com novos credenciados atendendo dentro das unidades, o que permitiu abertura da agenda para ampliar os atendimentos. De acordo com Alexandre Destéfano, gerente das unidades da região, a previsão é de que até julho todas as cidades da localidade contem com novas clínicas credenciadas.  

“Se antes eu tinha um fornecedor para atender a demanda de quase 100 municípios, em breve teremos mais fornecedores para atender essas mesmas cidades. Em breve poderemos atender esses industriários na própria cidade, reduzindo o tempo de deslocamento, de atendimento e ampliando a oferta de mais serviços. Ajuda o trabalhador e a indústria”, afirma Alexandre Destéfano, gerente das unidades da região.

Saiba mais em sesipr.com.br 

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Os futuros profissionais da indústria

Com novo nome, Colégio Sesi da Indústria traz novidades que aproximam ainda mais os alunos à realidade do setor

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Por Ana Carolina Bendlin

O ano de 2021 entrará para a história da Educação Básica do Sesi no Paraná. Ao adotar o nome Colégio Sesi da Indústria, a instituição incorporou uma série de novidades à sua já inovadora metodologia, com o objetivo de se aproximar ainda mais da realidade das indústrias paranaenses, formando profissionais qualificados para atender as demandas do setor.  

Esse reposicionamento adota um portfólio com ações focadas na indústria, e mantém, em sua essência, as características metodológicas que consagraram o Colégio Sesi como inovador na área da educação. Na prática, o novo modelo traz muita inovação no que se refere à promoção do desenvolvimento de competências socioemocionais e profissionais, o trabalho de habilidades focadas nos processos industriais, com soluções de problemas trazidos em decorrência do envolvimento com a realidade do setor industrial.

Jacielle Feltrin Ribeiro

gerente de Educação e Negócios do Sistema Fiep 

Entre os pilares da nova metodologia, estão áreas de extrema importância para a indústria 4.0, como: 

– big data;  

– robótica;  

– simulação e automação;  

– internet das coisas (IOT);  

– segurança cibernética;  

– manufatura aditiva (impressão em 3D),  

– realidade aumentada e virtual.   

Entre os destaques do Colégio Sesi da Indústria para 2021 é a possibilidade de que os alunos complementem sua formação no Ensino Médio com cursos técnicos do Senai, o que tem sido considerado grande atrativo para novos alunos. Jacielle Feltrin Ribeiro, gerente de Educação e Negócios do Sistema Fiep, reforça que com as novidades propostas para 2021, o Colégio Sesi da Indústria continua focado em proporcionar uma formação completa para seus estudantes.  

Para saber clique aqui.   

Não deixe de ouvir o Sesi Conecta para saber sobre a importância da inteligência artificial.

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Brasil Mais é saída para o crescimento

Com o objetivo de apoiar as indústrias na retomada econômica, Senai no Paraná oferta mentoria que promove o aumento de produtividade de processos em 20%

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por Rafaella Sabatowitch

Aumentar a produtividade e reduzir os custos das linhas de produção são metas comuns a todos os empresários. E pode-se afirmar, com toda a certeza, que a melhoria contínua entra como elemento determinante para o alcance dos objetivos, com novas formas de pensar o que já está aí há muito tempo, seja por meio do desempenho ou expansão da presença no mercado.  

Foi por isso que em 2020 o governo federal, em conjunto com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), lançou o Brasil Mais em parceria com o Senai. O objetivo é aumentar em pelo menos 20% a produtividade de determinado processo industrial por meio da metodologia da produção enxuta (lean manufacturing).   

Brasil Mais  

Neste ano, em que o setor industrial está passando por um momento de retomada econômica, a produção enxuta se torna uma aliada ainda mais importante para que as indústrias consigam se adequar às novas necessidades do mercado.

Fabrício Lopes 

gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema Fiep

Empresas que tenham de 11 a 499 colaboradores de mais de 300 Classificações Nacionais de Atividades Econômicas (CNAEs) industriais (primários ou secundários) podem participar do programa, que tem previsão de ir até outubro deste ano – até abril, 178 indústrias foram atendidas. “Em 2020, finalizamos o atendimento de 23 indústrias em todo o estado, criando condições para que encontrassem soluções rápidas, de baixo custo e alto impacto para obter melhores resultados em sua produção”, conta Fabrício Lopes, gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema Fiep.  

Com a duração de 12 semanas, os encontros entre os participantes ocorrem semanalmente. Num primeiro momento, com a formação de grupos de até oito indústrias, o que reforça um dos benefícios do Brasil Mais: a geração de conhecimento entre os participantes, uma vez que os integrantes da equipe consolidam o aprendizado ao compartilhá-lo, além de compreenderem como outras indústrias aplicaram a metodologia.  

“Esta dimensão da troca de experiências é um dos valores do Sistema Fiep e reforça que o associativismo industrial é um dos pilares do desenvolvimento do setor”, afirma Felipe Couto, gerente do Sistema Fiep responsável pelo programa no Paraná.  

Já o segundo momento é individual, quando o mentor do Senai acompanha os colaboradores dentro de cada indústria para diagnosticar e aplicar as melhorias no processo industrial objeto de melhoria. No final do processo, os participantes apresentam para os gestores os resultados alcançados. Como o conhecimento fica dentro da empresa, com os participantes, a metodologia pode ser aplicada em outros setores.  

Principais vantagens  

O valor de mercado de uma consultoria de produção enxuta de 64 horas é de R$ 12 mil. Por meio do Brasil Mais, governo federal e Senai subsidiam 80% do valor e a empresa arca apenas com 20%, o equivalente a R$ 2.400. Em 2021, há ainda mais vantagens para as indústrias associadas aos sindicatos filiados ao Sistema Fiep, que contam com maior subsídio, reduzindo o investimento a apenas R$ 950.  

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A indústria que não sai dos trilhos

A história do ensino profissional do Senai começa e evolui com o setor ferroviário

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por Patrícia Gomes

Antes de se tornar forte e diversificada, como é reconhecida nacionalmente hoje, a indústria do Paraná passou por várias etapas de desenvolvimento. Uma delas, focada na qualificação de mão-de-obra profissional. Pensando não só em melhorar a performance dentro das empresas, este processo também foi importante para garantir mais segurança aos trabalhadores e proporcionar novas oportunidades de evolução na carreira. 

 O Senai tem ciência da nossa capacidade de inovação. Hoje temos um quadro de 13 mil colaboradores diretos e indiretos, em que o aprimoramento de habilidades com regularidade é fundamental. Nas áreas operacionais temos um olhar especial direcionado à segurança, por isso avaliamos periodicamente a real necessidade de atualização em cada uma delas. Buscamos o desenvolvimento porque prezamos pela prestação de serviços com excelência. E isso só é possível com investimento em qualificação técnica que agregue valor e impulsione cada profissional a buscar sempre o autodesenvolvimento. O resultado é qualidade de atendimento e profissionais reconhecidos por seu trabalho.

Fernanda Sacchi 

diretora de Gente, ESG (Enviromental, Social and Corporate Governance) e Comunicação da Rumo

Mas tudo isso começou bem antes da fundação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no estado (Senai no Paraná), em 1943. Foi quando criou-se em São Paulo o Centro Ferroviário de Ensino e Seleção Profissional. O objetivo era oferecer treinamento direcionado aos trabalhadores do setor. Naquela época, o país passava por um processo de expansão da malha ferroviária, o que resultaria num grande avanço para escoar a produção das indústrias. A necessidade de profissionais qualificados era fundamental e por isso um dos primeiros cursos oferecidos pelo Senai, logo que iniciou suas atividades, foi o de auxiliar ferroviário. 

Essa parceria bem-sucedida entre o Senai e a indústria do Paraná, que já tem 77 anos de história, e em 2020 contabilizou 43 unidades operacionais instaladas no estado e mais de 25 mil matrículas gratuitas nos cursos de formação, ganhou um novo capítulo a partir de 2015. Foi quando a Rumo, maior operadora de ferrovias do Brasil, assumiu a concessão das ferrovias paranaenses e retomou a capacitação de mão de obra com o Senai no Paraná.  

De lá para cá, foram 60 turmas para o curso de Operador de Manobras e Auxiliar de Ferrovia, com mais de 600 profissionais certificados atuando na companhia. O curso traz as noções básicas de ferrovia e é focado na rotina de composição dos trens, manobras em pátios e terminais, operação de aparelho de mudança de via, comunicação via rádio, entre outras atividades de auxílio aos maquinistas. O curso é ministrado em Curitiba, mas atende toda a malha Sul da Rumo, que inclui Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do vizinho Mato Grosso do Sul. São 236 horas de capacitação, sendo 120 teóricas e 116 práticas.  

Nova estrutura 

Em maio, os cursos de formação do Senai receberam um reforço para aprendizagem na área ferroviária. Um espaço denominado “Galpão do Conhecimento” foi construído na unidade de Pinhais para receber um vagão-escola. Cedido pela Rumo, ele foi transformado em “sala de aula”. Internamente, conta com mesas, cadeiras e materiais de apoio aos professores. Já a estrutura externa foi equipada com os principais sistemas de freios das operações. A proposta é transformar o vagão em um laboratório que reúne conteúdo teórico e prático. No vagão, os alunos poderão acompanhar processos de manuseio, funcionamento e manutenção do sistema de freios, que faz parte de um dos módulos de aprendizado do curso de formação de maquinistas, de manutenção mecânica e de turmas de reciclagem.   

Para saber sobre os cursos acesse cursocertosenai.com.br.

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Parceria para o crescimento da indústria automotiva

DAF Academy é exemplo das ações do Sistema Fiep para o desenvolvimento do setor no Paraná

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por Rodrigo Lopes

O setor automotivo é um dos mais importantes da indústria do Paraná. Principal responsável por um processo de mudança no perfil econômico do Estado – antes totalmente atrelado ao agronegócio –, o segmento hoje se destaca como um dos principais polos de produção de veículos e autopeças do país. Uma trajetória que sempre contou com o apoio do Sistema Fiep, com inúmeros projetos concretos em parceria com as empresas, e que ganha novo fôlego com ações de planejamento para impulsionar ainda mais a cadeia produtiva.  

A indústria automotiva paranaense é formada por quase 500 empresas, que geram mais de 36 mil empregos diretos. Em 2019, o Estado foi o segundo maior produtor de veículos no país, atrás apenas de São Paulo, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). No ano passado, a produção foi afetada pela queda generalizada na venda de automóveis em decorrência da pandemia de covid-19, e o Paraná voltou à terceira colocação, atrás também de Minas Gerais.  

No Estado, a maior concentração de empresas está na Região Metropolitana de Curitiba, mas há outros polos importantes. Um dos que tem apresentado maior desenvolvimento nos anos recentes é o de Ponta Grossa, que desde 2013 abriga a fábrica da DAF Caminhões no Brasil.  

Parceria de sucesso  

E é com a DAF que o Sistema Fiep mantém uma das parcerias mais bem sucedidas no setor automotivo. Antes mesmo do início da operação da montadora, foi firmada uma colaboração com o Senai para a capacitação dos profissionais que trabalhariam na linha de produção. Para isso, foi criada em Ponta Grossa uma unidade da DAF Academy. Inicialmente ocupando um espaço provisório, em 2015 ela foi transferida para as instalações do Senai no município. Em novembro do ano passado, foi inaugurada a ampliação do espaço.  

O grande diferencial dessa oferta é que a estrutura do Senai foi totalmente adaptada de acordo com as demandas da montadora. Hoje, essas instalações servem para a capacitação de técnicos de toda a rede de concessionárias da DAF espalhadas pelo país. Enquanto a instituição disponibiliza técnicos de ensino que conduzem os cursos, a empresa fornece ferramentas, materiais, equipamentos e os caminhões necessários para a realização dos treinamentos de aperfeiçoamento e qualificação. A DAF Academy possui ainda instalações dentro da própria fábrica, em que são treinados os colaboradores da linha de produção, também em parceria com o Senai.  

Essa ação mostra de maneira efetiva como o Sistema Fiep pode atender às necessidades das indústrias, prestando um serviço personalizado e de qualidade

Carlos Valter Martins Pedro

presidente do Sistema Fiep 

Desde o início desse trabalho, foram realizadas mais de 7 mil horas de treinamentos, gerando mais de 2,7 mil matrículas nos cursos aplicados. Desde 2020, com as restrições da pandemia, foram intensificadas também as capacitações a distância.  

Qualidade que também foi reforçada pelo presidente da DAF Brasil, Lance Walters, na inauguração da ampliação. Segundo ele, em muitos casos, é na DAF Academy que os colaboradores e técnicos têm a primeira interação com os produtos da empresa. “É importante que esta estrutura também expresse a qualidade que nossa marca representa”, disse.  

Veja aqui as duas iniciativas que estreitaram ainda mais a conexão do Sistema Fiep com o setor automotivo.

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O soldador na maior fábrica de cimentos da América Latina

A foto tirada por Daniel Castellano na Votorantim é o exemplo perfeito de estar no lugar certo, na hora certa

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por Rafaella Sabatowitch

Publicada no jornal Indústria & Comércio, com ela Daniel ganhou tanto o primeiro lugar da categoria Fotojornalismo, quanto o prêmio especial Heitor Stockler de França da 6ª edição do Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo.  

A foto tirada por Daniel Castellano na Votorantim é o exemplo perfeito de estar no lugar certo, na hora certa. Ele conta que visitava a fábrica, em Rio Branco do Sul, para fotografar o processo de fabricação do cimento, quando soube que um dos fornos, que nunca são desligados, estava em manutenção. Chegando lá, um homem soldava o tubo gigantesco. “Da luz da solda até o vapor que saía do metal, tudo ajudou a compor a cena e a atmosfera da foto”, conta.   

Acesse sistemafiep.com.br/premiodejornalismo e saiba mais.   

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Governo do Paraná: o que faz para a indústria

Em entrevista exclusiva, Ratinho Jr., governador do Paraná, fala sobre as iniciativas que visam aumentar a competitividade do setor produtivo paranaense

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por Rodrigo Lopes

A indústria tem liderado a retomada na geração de empregos no Paraná, mesmo em um período de crise no país, em mais uma prova da importância desse setor, que responde por 24,5% do PIB do estado. Quais ações o governo tem adotado para melhorar o ambiente de negócios e desenvolver ainda mais a indústria paranaense? 

O governador Carlos Massa Ratinho Junior | Foto: Arnaldo Alves / ANPr.

Temos que refletir segurança para os investidores. Por isso, mesmo com a pandemia nossos projetos de melhoria da estrutura do estado nunca pararam. Esta postura se traduz como compromisso e solidez para os investidores. Um exemplo disso: em dois dias, três empresas anunciaram investimentos de quase R$ 3 bilhões no Paraná. São R$ 2,6 bilhões da Klabin para a instalação de uma máquina de papel cartão; R$ 292 milhões da BRF para modernizar seis plantas agroindustriais; e R$ 55 milhões da Gerdau para retomar a produção de aço em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. E estes são apenas alguns dos investimentos que atraímos para o estado. Investimentos geram muitos empregos e trazem mais renda para a nossa gente. A produção industrial paranaense teve crescimento de 9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os primeiros três meses de 2020, o dobro da média nacional no período. Mesmo com o impacto da pandemia em diversos setores da economia, a indústria do Paraná continua forte. O crescimento industrial se reflete nos outros setores, contribuindo com a retomada econômica do Estado e de grande parte das cidades paranaenses, já que o Paraná conta com uma indústria diversificada e espalhada por todas as regiões. 

Nos últimos anos, o estado implantou programas de incentivos fiscais para atração de novos investimentos e para aumento da competitividade do setor produtivo paranaense. Como é possível incrementar ainda mais esses programas, garantindo às indústrias igualdade de condições na concorrência com empresas de outros estados? 

Os incentivos são importantes e o programa paranaense foi criado para reinserir o Paraná na agenda dos investimentos locais, nacionais e internacionais, contemplando uma série de medidas como a dilação de prazos para recolhimento do ICMS, incentivos para melhoria da infraestrutura, desburocratização e de capacitação profissional. Só em 2020 foram atraídos 164 empreendimentos, o que refletiu diretamente na geração de empregos. O programa tem atendido às expectativas do governo e das empresas. Além disso, estamos buscando desburocratizar cada vez mais os processos para facilitar a vida do empresário. Este é o lema do Descomplica Paraná, que além de trazer esta agilidade, reduz prazos, aumenta a segurança jurídica e moderniza o registro empresarial. Nossa Junta Comercial está com a missão de agilizar trâmites, desburocratizar e possibilitar a transparência e rapidez dos processos de forma 100% digital. E já estamos colhendo resultados deste trabalho. O saldo de empresas constituídas no Paraná no primeiro quadrimestre deste ano foi 20,05% superior ao mesmo período de 2020. Os números levam em conta as aberturas e baixas ocorridas entre janeiro e abril. Considerando apenas as empresas abertas, o percentual comparativo sobe para 27,46%.  


A redução de custos e o aumento da eficiência da logística de transportes tem relação direta com o aumento da competitividade do setor produtivo. Recentemente, a licitação do Bloco Sul dos aeroportos, que incluiu quatro terminais do Paraná, atraiu forte interesse e vai garantir grandes investimentos nessa área nos próximos anos. Atualmente, discute-se também o novo modelo de pedágios do Paraná, com a previsão de R$ 42 bilhões de investimentos na malha viária do Estado. Tendo como base o sucesso da licitação dos aeroportos, qual é a projeção do governo para o processo de concessão das rodovias? 

Foto: Arnaldo Alves / ANPr

O  Governo do Paraná trabalha em busca da menor tarifa, com garantia da execução das obras necessárias para o crescimento do Paraná pelas próximas décadas, e um processo completamente transparente, com leilão dos lotes realizado na Bolsa de Valores. Nossa expectativa é que os editais sendo elaborados pelo Governo Federal alcancem esse equilíbrio, atendendo os anseios do setor produtivo e garantindo a melhor modelagem possível. O Ministério da Infraestrutura e suas autarquias, o DNIT e a ANTT, estão avaliando todas as sugestões oferecidas pela sociedade paranaense, e o próximo passo é a análise dos editais pelo Tribunal de Contas da União. Vencida essa etapa, serão publicados os editais e leiloados os lotes. Além dos R$ 42 bilhões em obras, já nos primeiros anos dos contratos, estão previstos outros R$ 34 bi para conservação das rodovias e contratação de serviços para atendimento aos usuários. 

 
Ainda na área de infraestrutura, o Porto de Paranaguá vem se destacando por seus ganhos de eficiência nos últimos anos. Além disso, a manutenção da operação do porto mesmo nos momentos mais críticos da pandemia foi fundamental para o escoamento das exportações da indústria e do setor produtivo paranaense. Pensando no futuro, quais são os planos para ampliar ainda mais a capacidade do porto?  

Nos próximos meses, devemos entregar o projeto básico da remodelação do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. O investimento, apenas neste documento, é de R$ 451,3 mil. O objetivo é dar mais agilidade no escoamento dos granéis, com novo píer em T, quatro berços exclusivos e oito linhas de embarque, com capacidade para 4 mil toneladas por hora, cada. O novo moegão leste é outro projeto fundamental. Ele prevê uma moega exclusiva para descarga ferroviária, capaz de receber 180 vagões simultâneos em três linhas independentes, interligando cinco terminais de grãos. O projeto deve ser entregue em breve.  Um ponto fundamental é definitivamente a dragagem, de manutenção e aprofundamento. Hoje está em andamento o programa de dragagem de manutenção continuada, que começou em 2019 e vai até 2023. O investimento nos cinco anos de obra soma R$403,3 milhões. Para o futuro, é fundamental realizar a dragagem de aprofundamento no canal de acesso ao porto. Hoje, os navios operam com profundidade de 12,5 metros para entrar no Porto de Paranaguá e 8,5 no Porto de Antonina. O objetivo é alcançar 15,5 e 12,5 metros, respectivamente. Os portos paranaenses estão muito próximos do porto de Santos, dos portos catarinenses e do porto do Rio Grande do Sul. Precisamos pensar o futuro para nos manter competitivos e o canal é fundamental. Recebemos, todos os anos, 3 milhões de metros cúbicos de sedimentos. Se não realizarmos a dragagem regular, o porto não tem como funcionar. Olhando para esse cenário, contratamos em 2020 um estudo para entender os nossos limites. Os resultados nos mostraram que temos condições de chegar no calado de 15,5 metros, mas com investimentos estimados de aproximadamente R$ 5 bilhões. Por isso, estamos discutindo a concessão do canal de acesso para a iniciativa privada – sem aumento de custos ao setor produtivo. Os estudos foram qualificados pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do Governo Federal, em abril. Planejamos, ainda, a derrocagem do complexo rochoso submerso, que é conhecido como Pedra da Palangana. O projeto já está acontecendo e a obra está prevista para iniciar até junho. O investimento é de R$23,2 milhões. 

E como está o andamento do projeto da nova Ferroeste, importante para melhorar o fluxo de produtos até Paranaguá? 

A expectativa é que os estudos de viabilidade sejam finalizados em setembro e os estudos de impacto ambiental em novembro. Com isso, a ideia é colocar a ferrovia em leilão na Bolsa de Valores do Brasil (B3), com sede em São Paulo, logo na sequência. O consórcio que vencer a concorrência será também responsável pelas obras. O investimento estimado é de R$ 20 bilhões. O projeto busca implementar o segundo maior corredor de transporte de grãos e contêineres do País, unindo dois dos principais polos exportadores do agronegócio brasileiro. Apenas a malha paulista teria capacidade maior. Pelo planejamento, será construída uma estrada de ferro entre Maracaju, maior produtor de grãos do Mato Grosso do Sul, até Cascavel, no Oeste Paranaense. De lá, o trem segue pelo atual traçado da Ferroeste com destino a Guarapuava – os 246 quilômetros de ferrovias atuais serão modernizados –, até se ligar a uma nova ferrovia que vai da região Central do Estado ao Porto de Paranaguá, cortando a Serra do Mar. Há previsão, ainda, de um novo ramal entre Cascavel e Foz do Iguaçu. 

 
Sobre possibilidades para ampliar o potencial de exportações do Paraná, qual é a política de internacionalização do Estado? O governo atua com a possibilidade de acordos de cooperação internacional que possam beneficiar os setores exportadores paranaenses? 

Além da Divisão de Relações Internacionais, junto à Casa Civil e à Casa Militar, que concentra assuntos de cooperação internacional de diversas áreas, com as respectivas pastas e Secretarias, o Paraná conta com a Invest Paraná, agência de promoção e atração de investimentos do Estado vinculada à Sedest (Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo). A agência é responsável por promover a marca do Paraná comercialmente, e o faz constantemente por meio da promoção de eventos e participação em feiras internacionais. Sempre em contato com as empresas do Estado, a Invest Paraná também viabiliza rodadas de negócios, matchmaking, e reuniões B2B. Além disso, por meio da Invest, o estado participa do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE), que é uma iniciativa do governo federal, coordenada pelo Ministério da Economia, que busca difundir a cultura exportadora e contribuir para ampliar o número de exportações por meio de uma rede de apoio às empresas formadas por diversas instituições. No caso do nosso estado, a Invest Paraná. O estado também conta com uma sólida rede de relacionamentos com câmaras de comércio, agências de outros países, embaixadas e consulados, além de, claro, com a Apex-Brasil, agência de Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, do governo federal, importante parceira do estado em diversas ações. Essa estrutura é fundamental, pois é a ponte que torna possível conectar empresas paranaenses a oportunidades de exportação, importação e internacionalização. Nesse sentido, possuímos acordos de cooperação com diversos desses parceiros. Obviamente que não acordos comerciais, pois essa é uma prerrogativa federal. O Paraná recebeu nesta semana o parecer favorável do comitê técnico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e deu mais um passo para o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação.  A 88ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, que ocorrerá de forma virtual entre 22 e 28 de maio, fará a avaliação final do nosso pedido. Temos a convicção que, com esta validação, as exportações de carne pelo Paraná ganharão um importante impulso. Em agosto do ano passado o Paraná obteve reconhecimento nacional de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação. Agora em maio vamos conseguir a chancela mundial. Cerca de 65% do mundo não compra carne do Paraná pela ausência desse reconhecimento. Ou seja, alguns bilhões de dólares entrarão na nossa economia, gerando milhares de novos empregos.  
 

Foto: José Fernando Ogural/ANPr

O Sistema Fiep representa a indústria e é parceiro do governo no desenvolvimento do setor em todo o Paraná. Hoje, já são várias parcerias com as instituições que compõem o Sistema Fiep, como no caso do Senai, nas áreas de capacitação profissional e apoio à inovação e tecnologia; ou do Sesi, em educação, saúde e segurança do trabalhador.  Como essa parceria pode ser ainda mais potencializada em prol do desenvolvimento socioeconômico do Estado? 

O Sistema Fiep é um grande parceiro do Governo do Estado. Mantemos diversos convênios como no caso do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Estado do Paraná – SENAI, nas áreas de capacitação profissional e apoio à inovação e tecnologia ou do Serviço Social da Indústria – SESI, em educação, saúde e segurança do trabalhador. Um projeto que pode permitir ampliar ainda mais esta parceria é a  Carreta do Conhecimento. A parceria entre Governo Volkswagene e SENAI oferta nove cursos profissionalizantes. O projeto começou em 2019 e já atendeu 47 localidades e qualificou 2029 profissionais. Em 2020, devido à pandemia da COVID-19, todos os cursos presenciais foram adiados. Em 2021 iniciamos um projeto da Carreta do Conhecimento Conectada, onde 75% das aulas teóricas são online, sendo disponibilizado um Chip 4G fornecido pelo SENAI, (onde cada aluno acompanha as aulas em suas residências) e 25% das aulas práticas são presenciais nas unidades do SENAI em cada município, respeitando todos os protocolos de prevenção à COVID-19 exigidos pelos órgãos competentes. Para o 2° semestre de 2021, será reavaliada a possibilidade de retorno das Carretas com aulas presenciais, e as 90 localidades poderão ser atendidas e ofertadas 4926 vagas nos cursos. 

A pandemia causou impactos e trouxe grandes desafios para todos os segmentos da sociedade, incluindo a indústria. Diante disso, quais tem sido as principais ações adotadas pelo governo para minimizar os impactos econômicos? E quais são os planos para impulsionar a economia paranaense no pós-pandemia? 

Esta é uma preocupação constante e que está no nosso radar desde o início do ano passado, no começo da pandemia. Quando muitos ainda estavam tentando entender os impactos da pandemia, nós aqui no Paraná já criávamos um grupo de trabalho encarregado de criar ações estratégias para recuperação, crescimento e desenvolvimento do Estado, durante e após a pandemia. Focamos em projetos para o fortalecimento das atividades produtivas estaduais, promoção de investimentos em infraestrutura, atração de ativos para o Paraná, com o adensamento das cadeias produtivas estaduais e fortalecimento das cadeias produtivas exportadoras. Foram vários projetos criados para isso: Feito no Paraná, Compra Direta Paraná são exemplos. O resultado destas ações se traduziu nos números. O agronegócio evoluiu 3,98% em negócios em 2020, somando proteínas, grãos e os demais produtos do campo, com resultado de US$ 13,29 bilhões líquidos. Demos mais prazo para os empréstimos das linhas do Paraná Recupera e também renegociamos os prazos de carência para operações de microcrédito; ampliamos os repasses ao Banco da Mulher e ao banco do Empreendedor, tudo para fortalecer os nossos empresários e permitir que suas empresas se mantivesses saudáveis e gerando postos de trabalho. Estamos lançando sucessivos pacotes de auxílio a empresas, para permitir que o empresário paranaense tome fôlego e mantenha seus negócios, mesmo com a pandemia. Estamos destinando quase R$ 60 milhões para socorrer cerca de 87 mil empresas dos segmentos mais atingidos pela pandemia, sejam pequenas e microempresas cadastradas no Simples Nacional ou e microempreendedores individuais (MEIs).  
Trabalhando em diferentes frentes, temos a convicção que conseguiremos gerar ainda mais vagas de trabalho no nosso estado. 

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