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Participação de sindicatos no Brasil Mais garante resultados às indústrias

Mais de 60 sindicatos filiados à Fiep estão apoiando a iniciativa; confira os ganhos já obtidos

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por Priscila Aguiar

O envolvimento dos sindicatos no Brasil Mais, iniciativa do governo federal em parceria com o Senai que busca a competitividade das indústrias, tem sido fundamental. É por meio deles que muitas empresas conhecem o programa e fazem a adesão; para os associados, há ainda a vantagem de se pagar menos: de R$ 2.400,00, o custo cai para R$ 950,00, em até duas vezes. Até o início de julho, quase 70 sindicatos filiados à Fiep apoiaram a ação, resultando na participação de 518 estabelecimentos.

Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana (Sivale Apucarana) já conseguiu a adesão de mais de 30 estabelecimentos industriais. E o que vem contribuindo para esse bom resultado, segundo a presidente Elizabete Ardigo, é o contato mais próximo com os industriais. “Fizemos comunicação por mídias sociais, ligações, WhatsApp e parcerias com as equipes do Senai, que foram com a gente até as empresas oferecer o projeto. Assim, conseguimos nos aproximar do empresário, mostrando como funciona o programa e quais os benefícios que ele pode ter”, explica.

Recentemente, a prefeitura de Apucarana se tornou uma importante parceira do Brasil Mais. Ela passou a assumir o custo que seria das empresas, tornando a iniciativa gratuita na região. Mas para participar, é preciso ser associado. “O nosso sindicato quer unir forças para se fortalecer e fortalecer o setor. E as instituições também precisam perceber que para se tornarem mais fortes, é essencial essa união”, completa a presidente.

Indústrias reconhecem resultados

Se para as entidades sindicais o associativismo é um grande benefício, para as indústrias, o diferencial está nas vantagens geradas por meio de um trabalho especializado e consultivo. “É muito produtivo, porque o consultor do Senai não chega ao estabelecimento e fala o que tem que ser feito, ele vai mostrando o caminho para que os funcionários encontrem a melhor maneira de fazer”, conta Guido Bankhardt, presidente do Sindicato das Indústrias da Mandioca do Estado do Paraná (Simp Paraná)

Além de liderar a entidade, Guido está à frente da Amidos Bankhardt, em Paranavaí, que também participou do Brasil Mais. “Optamos por aplicar a metodologia no nosso depósito. Conseguimos mapear e organizar o espaço, que hoje permite armazenar muito mais produtos do que antes”, avalia.

Outro benefício é a redução de desperdícios. “Ao longo da mentoria, percebemos que perdíamos tempo com tarefas que não agregavam valor ao produto. Além disso, o processo de produção de baterias tinha interferências por conta do desperdício. Após o projeto, reduzimos esse problema e conseguimos aumentar em 28% a produtividade, sem muito investimento”, comemora Claudino Bianchini, diretor das Baterias Bianchini, em Londrina. Ele acrescenta que o envolvimento dos colaboradores foi fundamental. “Os operadores participaram ativamente e deram muitas ideias para a evolução do trabalho”.  

Exemplos como esse demonstram que o Brasil Mais tem atendido a uma demanda crescente de indústrias que buscam por ferramentas para melhorar a gestão. “Ele veio para preencher essa lacuna, com um custo interessante, pouca burocracia, e tratando de problemas que as empresas enfrentam nos seus processos e ajudando a encontrar formas de melhorar a performance”, comenta Marcus Vinícius Gimenes, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Elétricos do Norte do Paraná (Sindimetal Norte). O retorno dos participantes tem sido positivo na região: “eles estão conseguindo melhorar seus indicadores de produtividade, custo e qualidade”.

Quem também vem recebendo respostas otimistas dos associados é Alcino Tigrinho, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado do Paraná (Sindimetal Paraná). “Conversando com dez participantes, o que observamos é que eles tiveram um ganho expressivo de produtividade ao aplicar os conhecimentos adquiridos na mentoria”, comenta. Para ele, esse tipo de ação é imprescindível especialmente para os negócios de pequeno porte, que costumam ter mais dificuldade para acessar alguns programas.

Mais informações sobre o Brasil Mais estão em senaipr.com.br/brasilmaissindicatos.

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Brasil Mais faz diferença para indústrias do setor moveleiro

Cequipel é exemplo de empresa do setor que já passou pelo programa

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por Rafaella Sabatowitch

A aplicação de verniz no tampo de carteiras escolares era uma operação gargalo na linha de produção de uma indústria de móveis escolares e de escritório. Eliminando atividades que não agregavam valor ao produto dentro dessa operação, foi possível aumentar 22% da produtividade e reduzir 27,8% dos custos do setor. 

Para chegar nesse resultado, a Cequipel foi uma das mais de 60 indústrias que participaram do programa Brasil Mais no Paraná.  Promovido pelo Governo Federal, em conjunto com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), auxilia as empresas paranaenses a aumentarem sua produtividade por meio de mentoria do Senai.  

Descubra como foi o ganho de produtividade da Cequipel:

A indústria brasileira reconhecidamente possui índices de produtividade que podem ser melhorados. Permitir a melhoria de pelo menos 20% no processo-alvo desse atendimento é o objetivo do programa.

Felipe Couto

gerente de Consultorias de Inovação e Produtividade do Sistema Fiep 

As inscrições para o Brasil Mais estão abertas durante todo o ano, mas o ideal é fazê-la o quanto antes para o agendamento do atendimento. Entre os principais diferenciais do Brasil Mais está o valor acessível: governo federal e Senai subsidiam 80% do valor da consultoria de 64 horas e a empresa arca apenas com 20%, equivalente a R$ 2.400. Em 2021, há ainda mais vantagem para as indústrias associadas aos sindicatos filiados ao Sistema Fiep, que contam com maior subsídio, reduzindo o investimento a R$ 950. 

Serviço:  

Para aderir ao Brasil Mais cliqueaqui ou envie e-mail para  brasilmaispr@sistemafiep.org.br  

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Como foi para a Swedish Match participar do Brasil Mais

Além do ganho de 30% na produtividade, o destaque é para o aprendizado ficar dentro da empresa

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Principais vantagens  

O valor de mercado de uma consultoria de produção enxuta de 64 horas é de R$ 12 mil. Por meio do Brasil Mais, governo federal e Senai subsidiam 80% do valor e a empresa arca apenas com 20%, o equivalente a R$ 2.400. Em 2021, há ainda mais vantagens para as indústrias associadas aos sindicatos filiados ao Sistema Fiep, que contam com maior subsídio, reduzindo o investimento a apenas R$ 950.  

Serviço:  

Para aderir ao Brasil Mais clique aqui  ou envie e-mail para  brasilmaispr@sistemafiep.org.br  

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Indústria deve se unir por redução do Custo Brasil – parte II

Na segunda parte da entrevista exclusiva, Jorge Gerdau Johannpeter fala sobre reforma tributária, resultados do Movimento Brasil Competitivo e sua trajetória empresarial

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Por Rodrigo Lopes

Reforma tributária:

Resultados do projeto do Movimento Brasil Competitivo:

Trajetória empresarial:

Mensagem para os empresários:

Confira também a primeira parte da entrevista.

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